Total de visualizações de página

quarta-feira, 30 de março de 2011

Campanha na França: “Trouvez un remède avant que j'aie des seins”


Na camiseta:
"Encontre a cura antes que eu tenha seios".
Recebi a imagem da minha amiga de infância Cathy Courtois. Faz parte de um e-mail que tem circulado na França. Achei tão legal que coloquei na barra lateral do blog.
A mensagem diz que é le plus joli courriel anti-cancer qui soit en circulation”, ou seja, “o mais lindo e-mail anti-câncer que está em circulação”.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Esse povo da Acme é MUITO solidário!

Os “filhotes” definiram a “efeméride” do dia 23 de março: “Dia Internacional de Apoio ao Colaborador da Acme em Tratamento Quimioterápico” (FALA SÉRIO!) - Helena, Sara, Meg, Carol (de Justin Bieber), Rose e Hugo


Por causa da baixa imunidade decorrente da QT, uma máscara cai bem em ambientes mais aglomerados ou com ar condicionado (ambas situações que, aliás, devem ser evitadas). Por sugestão clínica, usei a máscara nos dez primeiros dias após a QT, garantindo mais proteção nas condições citadas.  Na base do “um por todos, todos por um”, os “mosqueteiros” da Acme passaram esse dia de máscara. Pura solidariedade... ou pura maluquice! De qualquer forma, “unidos venceremos”.
* Baixa imunidade não significa que quem estiver fazendo químio será indicado ao paredão.

CAUSO

E já que o assunto é união, preciso contar uma historinha que aconteceu com a “filhota” Helena. Tão logo eu descobri que o tumor era maligno, a Helena passou a sentir dores no seio (o esquerdo, claro). Todos os dias comentava que as dores não passavam. Chegou a ir ao cardiologista e fazer um monte de exames, achando que a dor pudesse ser ligada ao coração.

Até que criou coragem e pediu pra me acompanhar numa consulta com o dr. Farid, também seu médico há anos. Contou a ele sobre as dores. Ele a examinou e disse que estava tudo bem. E explicou que era muitíssimo comum que as mulheres da família, do trabalho ou da convivência da paciente com câncer de mama frequentemente apresentem dor no seio e imaginem estar também doentes. Depois da consulta, a Helena não sentiu mais nada!


"A vida é curta. Quebre as regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame  verdadeiramente, ria sem controle. E nunca se arrependa de coisa alguma que te fez sorrir."

sexta-feira, 18 de março de 2011

Primeira químio: o bicho não tinha sete cabeças. Apenas quatro!

Mesmo sabendo que as sessões de quimioterapia não eram nenhum bicho de sete cabeças, pois já havia visitado as salas de aplicação e conversado lá com alguns pacientes, quando da minha primeira consulta com o oncologista, fui pra minha primeira sessão com o famoso pezinho atrás. Era mais uma novidade nessa minha nova experiência de vida. Pra me dar força, “importei” de Sampa minha mãe e a Natália, sobrinha companheira e alto astral.
Antes da QT e da consulta, foram checados peso e altura e medidas a pressão arterial e os batimentos cardíacos (procedimento que se repetiria em todas as sessões). Esses valores, aliados aos detalhados e criteriosos estudos feitos anteriormente pelo oncologista, definem a dosagem dos químicos a serem aplicados.
Depois disso, uma looonnnnga e ótima conversa com o dr. Anderson, que explicou mais um pouco sobre químio, seus efeitos, as precauções e outros cuidados durante o tratamento. Pra mim, naquele momento, era importantíssimo saber que remédios tomar contra possíveis efeitos colaterais. Sou muito enjoadinha e temia sofrer enjoos insuportáveis.
Receitinha básica do dr. Anderson: contra enjôo, Vonan; contra dores no corpo, Nimesulida; e pra tirar da boca o gosto de quem acabou de chupar moedas*, bochechos de seis em seis horas com bicarbonato de sódio (uma colher de chá pra cada copo d´água). Tudo muito simples. Na véspera, eu já tinha me preparado pros enjôos, também com orientação do dr. Anderson: Decadron duas vezes no dia.
* Descobri, conversando com meu amigo Luciano Kede, que esse gosto esdrúxulo de ferro, metal e moeda na boca se chama Azinhavre. Adorei a palavra. Já foi pra minha listinha!

Clínica Acreditar: o local pra aplicação é bem agradável




Como é a aplicação

 Confortavelmente instalada numa poltrona macia, começava o drama pra puncionar a veia. Picadinha aqui, picadinha ali e... ufa! Na terceira, a agulha venceu a briga contra minhas veias. A aplicação começa com soro, seguido do Allegra (antialérgico), Decadron e as drogas, propriamente ditas: Docetaxel (antineoplásico usado no tratamento de vários tipos de câncer, como no carcinoma da mama) e Genuxal (ciclofosfamida – também antineoplásico). O efeito do Allegra não tem nada que lembre o nome: me deu um sono insuportável, mal conseguia manter as pálpebras minimamente erguidas. Foram uns 20 minutos de sono profundo. Pra falar a verdade, um cochilo bem relaxante. Passado o efeito mais forte, só fiquei meio grogue. Por fim, soro pra “lavar” a veia. Tudo isso durou, aproximadamente, uma hora e 45 minutos.


Saímos da clínica, famintas, direto pro restaurante que serve um ótimo “supremo de frango”, o "Azeite de Oliva", pra alegria da d. Mafalda que adora esse prato, que passou a ser, também, o prato predileto da Natália. Depois disso: rumo ao aconchego do meu lar pra dormir, dormir, dormir... Ficaria os próximos três dias meio que de molho, quietinha, esperando que os efeitos mais fortes passassem, pra poder retomar a rotina, ainda que meia boca.

Ressaca anunciada: muita gente disse que eu teria uma ressaca pós QT, tipo “day after” de um pilequezinho básico. Ressaca sem nem mesmo um vinhozinho... que coisa sem graça

Com Natália e mamãe durante a aplicação: tudo muito light após a cochilada

Regis (o caçador de veias perdidas), Magna e Edvaldo



"Estou semeando céu para colher estrelas." Norton Contreras

quarta-feira, 9 de março de 2011

Falando em Doctor House...

O que a Cicciolina tem a ver com isso?

Absolutamente nada!
Ela apenas serviu de inspiração pro apelido dado pelos amadinhos da Acme ao “meu” cirurgião plástico, dr. Soares, que passou a ser conhecido, entre nós, como Doutor Cicciolino, responsável pelos novos peitos. Tipo: “Hoje o dr. Cicciolino vai averiguar meus peitos.” Simples assim. Contei pra ele, que deu muita risada.








* Cicciolina, pra quem não sabe, é uma ex-atriz pornô italiana, que virou política. Ficou mundialmente conhecida nos anos 80 pelos "peitões" nada discretos.

Todos os meus “Doctors Houses”

Médicos são, definitivamente, seres especiais. Acredito que eles passem por uma triagem divina antes de vestir um avental branco (verde ou azul), escrever no receituário, indicar um tratamento ou ter um bisturi à frente. Claro, me refiro aos médicos de verdade, principalmente aqueles com quem tive a chance e a sorte de me deparar nesse processo.

Competentes, atenciosos, carinhosos e me arrisco dizer: amigos. Parece que só o fato de estar com eles, ouvir sua voz em consulta, por telefone ou até por e-mail, sou tomada por uma tranquilidade interessante.

Sem contar a coisa possessiva que a gente assume, passando a ser “dona” dos médicos: “MEU” masto, “MEU” onco, “MEU” plástico, “MEU” ginéco, “MEU” cárdio... Isso poderia nos dar o direito de levá-los pra casa, né não?!
* Meeeenos, Meg. Beeeem menos.

Falando nisso, dizem que virei “Maria Estetoscópio” (uma adaptação de “Maria Gasolina” ou “Maria Chuteira”). Imagina! Só porque, ultimamante, não posso ver um avental branco que já tenho o ímpeto de mostrar "a cicatriz do peito"... re re re...
* Bem, a verdade é que tenho evitado passar em frente a açougues...

Mas voltando aos seres especiais... começo pelo dr. Farid Buitrago (mastologista/ginecologista), meu médico em Brasília antes mesmo disso tudo começar e que vem acompanhando cada uma das ações, desde a primeira mamografia. Ele fez as duas cirurgias e acompanha o tratamento.
Farid


Através dele, conheci o dr. Nataniel Soares (cirurgião plástico), cujo consultório é também na Ginorte. Ele se tornou uma pessoa próxima e querida que, extrapolando a área médica, sempre tem uma palavra e uma oração pra mim. Foi o responsável pela plástica (óbvio!).

Soares

Também por indicação do dr. Farid, cheguei ao Grupo Acreditar de oncologia (ex-CEON) e ao competentíssimo e querido dr. Anderson Silvestrini (também presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica - chique, né?). Ele é “meu” oncologista e quem definiu o tratamento, além de me acompanhar e orientar em cada ação. Na Acreditar também conheci outros oncologistas especiais como os doutores Arturo Otaño, Lucianno H. dos Santos e Gustavo Ribas.

Anderson

Na área da medicina nuclear tive o prazer de encontrar no IMEB (Instituto de Medicina Nuclear de Brasília - clínica onde fiz muuuuiiitos exames) o dr. Renato Barra, um doce de pessoa e sempre atencioso e disponível. Faz questão de explicar detalhadamente todos os procedimentos e até liga pra detalhar os laudos. A boa vontade em pessoa. Além dele e de outros médicos, também muito competentes, o IMEB tem a sorte de contar com a delicada dra. Isabela Camargo Silvério, fundamental na minha tranquilidade e apoio antes da cirurgia do dia 5 de fevereiro.

Renato




Biscoito da sorte

... inclusive, de avental branco!

quinta-feira, 3 de março de 2011

“Um toque vale minha vida - A Mútua aposta na prevenção”


Continuação do post do dia 20/02...

Dia Internacional da Mulher
* Evento que promovemos na Mútua

Com o tema “Um toque vale minha vida - A Mútua aposta na prevenção”, estampado nas camisetas que foram entregues a cada colaboradora da Mútua, na entrada, começamos uma jornada de prevenção contra o câncer de mama, no dia 3 de março.
Todos - homens e mulheres -, também na entrada, receberam o botom com o laço rosa e passaram o dia com ele. A Mútua estava toda enfeitada com as bexigas (balões) rosas, especialmente o auditório.






O pessoal de TI da Mútua também participou da preparação, colocando em toda a rede de computadores da empresa a tela da campanha

Todas as palestras aconteceram no período da tarde, sendo que a primeira foi com o dr. Farid, seguido pelo meu depoimento, apresentação do dr. Renato e, finalmente, do dr. Anderson



Pudemos contar com o grupo Acreditar, que, além da palestra com o dr. Anderson e material orientativo sobre o assunto, cedeu alguns brindes para serem sorteados. Também o IMEB preparou um brinde especial para todas as participantes, com bombom, caneta, suporte de bolsa, lixa de unha e uma mensagem especial pelo Dia da Mulher.

Por sugestão do Cláudio Calheiros, diretor da Mútua, optamos por convidar, também, os colaboradores homens para as palestras, afinal, todos têm esposa ou mãe ou filha ou irmã ou amiga a quem retransmitir as informações e alertar sobre a importância do autoexame e da mamografia.

Foi o máximo! Me senti super bem por poder esclarecer e alertar as colegas e também os "meninos" (por tabela, as “mulheres das suas vidas”) sobre a relevância do tema. A sensação foi a mesma pelo grupo que esteve envolvido. Voltei pra São Paulo, pra terminar minha recuperação, com o sentimento do dever cumprido.

O mastologista Farid Buitrago, da Clínica Ginorte, em sua palestra: consultar um médico ao primeiro sinal de alteração nos seios

Quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e outros tratamentos contra o câncer de mama: o tema da apresentação do oncologista Anderson Silvestrini, do Grupo Acreditar








Renato Barra, médico nuclear do IMEB, explicou como a medicina nuclear ajuda a detectar o câncer de mama e falou sobre outros exames preventivos
A delicada e carinhosa mensagem do IMEB com alguns brindes
(o bombom não aparece por razões óbvias: eu comi!)

Em meu depoimento, um breve relato das experiências vividas até aquele momento e como foi importante detectar o câncer no início, graças a exames de rotina


Praticamente todas as meninas da Mútua vestiram a camisa da campanha (eu não vesti - literalmente - porque ainda estava com alguns pontos e com os movimentos meio comprometidos pela recente cirurgia)













Judite e Janete atentas às palestras






O superintendente da Mútua, Daniel Badauê Passos, entrega certificado e material institucional da Mútua ao médico Renato Barra

Os diretores Cláudio Calheiros e Geraldo Sena agradecem a palestra e entregam certificado de participação ao médico Farid Buitrago























Matéria publicada no site do IMEB

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Pausa pra mais uma festinha

Pra comemorar o niver da Nati, que tinha sido dia 23, um bolinho fofo, com foto dela e da gatinha Mia. A família estava lá, foi hiper gostoso. Além do bolo, o pessoal se deliciou vendo fotos antigas, do noivado da Beth - coisa da década de 70!



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Licença, retirada dos pontos e Sampa´s home

A licença do trabalho pós cirurgia foi de um mês e a liberação médica pra que eu viajasse pra São Paulo seria 20 dias depois “da faca”. Fui pro consultório do dr. Soares, ele retirou praticamente todos os mais de cem pontos - isso mesmo: CEM PONTOS - e, de lá, eu e a Beth seguimos direto pro aeroporto Juscelino Kubitschek rumo a Sampa.
Só como registro: em Brasília, pode-se dizer que 90% de praças, hospitais, parques, locais públicos e espaços em geral têm o nome Kubitschek - Juscelino ou Sara.

Estátua de Juscelino e Sara Kubitschek em frente ao Memorial JK

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Workaholich: evento na Mútua sobre prevenção do câncer de mama

Todas as datas especiais, como Dia das Mães, dos Pais e Páscoa, entre outras, são marcadas na Mútua por atividades que nós, da Assessoria de Comunicação, Marketing e Eventos (Acme), desenvolvemos pra homenagear os colaboradores. No início de fevereiro, pouco antes da minha cirurgia, começamos a pensar de que forma homenagearíamos as mulheres no Dia Internacional da Mulher (8 de março).
Paralelamente, já tinha pensado em como poderia utilizar a experiência que estava vivenciando pra conscientizar mais mulheres sobre a importância do exame de rotina na prevenção do câncer de mama. De repente, um insight: por que não tratar do tema com as mulheres da Mútua no Dia da Mulher? Nada mais apropriado. Aí tive a idéia de convidar o dr. Farid, meu mastrologista, pra dar uma palestra sobre o assunto.
Conversei com os “filhotes” da Acme e a idéia foi ganhando corpo. Por que não chamar, também, o dr. Anderson, meu oncologista? E, quem sabe, o dr. Renato, médico nuclear do Imeb, pra falar de exames e, mais ainda, eu mesma pra dar um depoimento sobre a experiência? E as idéias iam efervescendo: “vamos fazer camiseta cor-de-rosa pra ser usada no dia e criar uma campanha interna?”. Adorei a ideia do pessoal!
Depois de tudo aprovado pela Diretoria da Mútua, o Hugo e a Carol bolaram o tema, a logomarca e o design da camiseta, enquanto a Rose, Helena, Sara e Juliana desenvolviam folder, textos, ofícios convidando os médicos e as providências pra operacionalização do evento e da campanha. Todos os três médicos convidados toparam na hora!

Eu estava de licença pós-operatória, mas em Brasília, pra acompanhamento médico. A Beth e eu fizemos botons com lacinhos cor-de-rosa - símbolo internacional da campanha de prevenção contra o câncer de mama -, que seriam colocados “no peito” (ou “lapela”, como queiram) do pessoal da Mútua. Achamos bexigas rosas, daquelas compridinhas, que poderiam ser amarradas na forma de laço e decorariam a Mútua. Meio à distância, primeiro em Brasília, depois em Sampa, eu coordenava as ações.
Tudo pronto pro evento, que seria antecipado pro dia 3 de março, pois dia 8 cairia no Carnaval. Interrompi minha licença - já estava me recuperando em Sampa - e segui pra Brasília, só pra dar o meu depoimento e participar do evento.

Continua... no dia 03/03/11

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Visitinhas gostosas

Sou chata e fresquinha, isso é público e notório. Por isso, não queria receber visitas depois da cirurgia. Queria estar ótima antes de receber pessoas queridas em casa (Brasília). Arranjei até briguinhas por isso, ao “proibir”, por exemplo, que a Silvia, Cacá e Zizi saíssem de Sampa pra ficar comigo. Achei que seria muita mão de obra pra elas deixarem suas famílias pra me ver. Afinal, a Beth já estava cuidando de mim. E elas ficaram bem bravinhas com isso, pode?
Outras pessoas queridas que souberam da situação também, carinhosamente, se ofereceram pra estar em Brasília e me mimar. Entre elas a Lili e a Sandra, minhas queridíssimas primas-irmãs, e muitas amigas (prefiro não colocar os nomes, porque corro o risco de me esquecer de alguém - mas é compreensível pelo momento).
* Gente, essa coisa de ter tido câncer te dá a chance de usar isso como desculpa pra um monte de coisa. As pessoas sempre “entendem” seus deslizes e dão todos os descontos possíveis. Então, vou justificar assim todas as minhas falhas, defeitos, esquecimentos... Vocês entendem, né?!
** Viram? Usei de novo e vocês nem perceberam.
Bem, mas eu estava registrando as visitinhas gostosas (foram poucas, por minha culpa). Entre elas, a dos meus afilhadinhos de casamento, Samanta e Alessandro ou “Patinha e Patinho”, com direito a pizza e ótimas conversas.

Os “ex-filhotes” da Gerência de Benefícios também foram me ver. Vejam só o vasão bonito de flores que eu ganhei do Gustavo, Deisi, André e Márcia.


Toda vez que podia, a Bete Rodrigues, amiga e parceira de muitos anos, aproveitava pra me ver em Brasília. Ô dó... chorou quando eu contei que faria químio...



Valeu! Aos que foram e aos que eu não deixei ir... re re re...

ET: Não considerei aqui as constantes presenças da Rose, Sara, Carol, Helena e Rodrigo, que viviam levando almoço, lanche, remédios, documentos e outras coisinhas que eu precisava.
Opa! Quase me esqueço que, logo depois da cirurgia, a Carol, com sua altíssima experiência, marcou ponto em casa durante oito dias, no seu horário de almoço, pra me aplicar uma injeção intramuscular de prevenção contra trombose (até que a "picadinha" dela é suave...). E o “seu” Caio e Assis, que também me socorreram quando eu não podia levar algum documento pra Mútua.

Ah, sim! E a Girlaia... SEMPRE PRESENTE!


“A gente não faz amigos, reconhece-os.” - Vinícius de Moraes

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

On line: linha direta com Mafalda, a mãezona "mUderrrna"

Hoje, não aceito que qualquer pessoa com menos de 70 anos diga que não consegue ou não tem paciência pra aprender nada que se relacione à informática. Minha mãe, que tem 78 anos, está craque em MSN. Aprendeu nesses tempos de cirurgia e tratamento da filha caçulinha, pra poder “me ver”. Ela em Sampa, eu em Brasília.
Conversamos, ela fica tranquila em me ver e matamos a saudade. E ela navega praticamente sozinha: acessa a internet, liga a web cam e, sempre muito linda, aparece na minha telinha, ouvindo e contando as novidades. Viva a tecnologia, que faz com que o carinho da mamãe, quando não presencial, possa ser ao menos virtual! Ajuda muuuuiiiiiito.
A internet também ajuda nas conversas com a Natália e a Isa, as "big sobrinhas".

Webcam de cima: Mafalda e Isa em Sampa; webcam de baixo: Beth (a Big Sister) e eu, em Brasília. Papo no MSN tem tranquilizado a dona Mafalda

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Consultório médico: tipos de quimioterapia


Poliquimioterapia: É a associação de vários citotóxicos (quimioterápicos) que atuam com diferentes mecanismos de ação, sinergicamente, com a finalidade de diminuir a dose de cada fármaco individual e aumentar a potência terapêutica de todas as substâncias juntas. Esta associação de quimioterápicos costuma ser definida segundo o tipo de fármacos que formam a associação, dose e tempo de administração, formando um esquema de quimioterapia.

Quimioterapia adjuvante: É a quimioterapia que se administra geralmente depois de um tratamento principal, como por exemplo, a cirurgia, para diminuir a incidência de disseminação a distância do câncer.

Quimioterapia neoadjuvante ou de indução: É a quimioterapia que se inicia antes de qualquer tratamento cirúrgico ou de radioterapia, com a finalidade de avaliar a efetividade in vivo do tratamento. A quimioterapia neoadjuvante diminui o estado tumoral, podendo melhorar os resultados da cirurgia e da radioterapia e, em alguns casos, a resposta obtida para chegar à cirurgia, é fator prognóstico.

Radioquimioterapia concomitante: Também chamada quimioradioterapia, costuma ser administrada em conjunto com a
radioterapia, com a finalidade de potencilizar os efeitos da radiação ou de atuar especificamente com ela, otimizando o efeito local da radiação.


Fonte: vários sites sobre o tema.

Consultório médico: o que é quimioterapia?

É um dos principais tratamentos para combater o câncer. Ela interfere nas células anormais do câncer, impedindo o seu crescimento e multiplicação desordenados.
Os medicamentos, em sua maioria, são aplicados na veia, podendo, também, ser por via oral, intramuscular subcutânea, tópica e intratecal (no canal raquideano – modo usado apenas caso não haja outras vias disponíveis, por ser muito doloroso).
Esses medicamentos se misturam com o sangue e são levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o tumor, impedindo que se espalhem pelo corpo e aliviando os sintomas causados pelo desenvolvimento do tumor.
A quimioterapia - ou QT - pode ser indicada antes ou após uma cirurgia ou, ainda, isoladamente, sem que haja indicação cirúrgica. Pode, ainda, ser feita em conjunto com outro tipo de tratamento, como a radioterapia. A indicação do tipo de tratamento a ser feito depende de vários fatores, como o tipo de tumor, localização e estágio da doença.

Reações da quimioterapia
As drogas quimioterápicas têm a vantagem de se distribuir por todos os locais do corpo, atingindo todas as células que estão com problemas. Mas células normais também são atingidas, podendo provocar os chamados efeitos colaterais.

Estes efeitos não são obrigatoriamente apresentados por todas as pessoas, dependem tanto do tipo de drogas utilizadas quanto da forma que o organismo responde ao tratamento. Assim, alguns pacientes podem apresentar efeitos colaterais mais severos enquanto outros podem não apresentar sintoma algum. O médico deve ser informado sobre os sintomas apresentados e seu tempo de duração. A maioria desses sintomas desaparece à medida que o paciente vai se distanciando do final das últimas sessões.


Fonte: vários sites sobre o tema.