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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Imprensa: Inca renova recomendações para tratamento do câncer de mama no país

Fonte: Jornal do Brasil
31/10/11


O Instituto Nacional de Câncer (Inca) anuncia hoje sete recomendações para controle da mortalidade do câncer de mama que complementam as lançadas em 2010, por ocasião do Outubro Rosa. O lançamento ocorre hoje durante o evento “Inca no Outubro Rosa: fortalecendo laços para o controle do câncer de mama”.
As recomendações lançadas em 2010 foram focadas em ações e prevenção, detecção precoce e informação de qualidade. As recomendações de 2011 representam um avanço porque adicionam às anteriores, novas recomendações focadas no tratamento das mulheres com tumores malignos de mama. Ambas não têm força de lei, mas se forem seguidas pela sociedade brasileira, têm potencial para reduzir a mortalidade decorrente do câncer de mama no Brasil, além de garantir uma melhora na qualidade de vida de mulheres com a doença. 
O anúncio das recomendações, ação pioneira do Inca, ampliou as discussões sobre o tema em todo o país e contribuiu para impulsionar a mobilização dos movimentos organizados de mulheres. Medidas como essas fortalecem políticas públicas e contribuem para o controle do câncer de mama no país.
O câncer de mama hoje é o responsável pelo óbito de 12 mil mulheres por ano. É o tumor que mais mata a população feminina em todo o país, com exceção da Região Norte. Por isso, o Inca pretende reunir especialistas brasileiros, gestores, pesquisadores, ONGs e profissionais de saúde para discutir políticas públicas e o papel da sociedade no controle da doença. 
“O objetivo do Inca no Outubro Rosa é contribuir com informação de qualidade para a sociedade sobre a doença. Esperamos que, por meio desse amplo debate, essas recomendações possam ser incorporadas na atenção às mulheres”, afirmou o diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini.
Segundo publicação lançada pelo Inca “Estimativas - Incidência de Câncer no Brasil 2010-2011”, o país terá 500 mil novos casos de câncer por ano. Desse total, 49.240 mil são relativos aos tumores de mama. As maiores taxas estimadas da ocorrência deste câncer estão nos estados do: Rio de Janeiro, 88,3 casos de câncer de mama por cada cem mil mulheres; Rio Grande do Sul, 81,57, por cem mil; Paraná, 54,46, por cem mil; e em São Paulo, 68,04 por cem mil. 


Clique aqui e confira as sete recomendações do INCA para o tratamento do câncer de mama no país.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Entrei pras estatísticas

Não sei porque se diz “câncer de mama” e não “câncer de seio”. Mas isso não muda nada: fui diagnosticada, em novembro de 2010, como portadora desse câncer.

Um pouco de números. As estatísticas afirmam que uma em cada 11 mulheres brasileiras deverá desenvolver esse tipo de câncer. No País, a cada ano, são cerca de 50 mil novos casos diagnosticados - o meu é apenas um entre todos esses. O índice é maior nos Estados do Sul e Sudeste. Só que esses números são muito maiores, se considerarmos a dificuldade de acesso de muitas mulheres a consultas, exames e tratamentos - logo, as estatísticas não são exatamente essas.
Meg também é cultura e informação!
O câncer de mama é considerado de bom prognóstico se diagnosticado e tratado precocemente (também vou estar NESSAS ESTATÍSTICAS). Por isso a importância de se fazer o autoexame todos os meses, exame clínico (feito pelo médico), mamografia (é um porre, mas um porre necessário) e/ou ultrassonografia, as duas últimas solicitadas pelo médico, normalmente a cada dois anos, após os 40 anos, e todo ano, após os 50 anos, claro, dependendo de cada caso.

Não que antes disso a mulher não deva se preocupar. Tenho lido tantos depoimentos e blogs de mulheres na faixa etária de 30 anos com câncer de mama, mesmo sem antecedentes familiares, que acho que todas as mulheres devem estar atentas desde sempre. Nasceu mulher, começa a preocupação!

"Quando recebemos um ensinamento devemos receber como um valioso presente e não como uma dura tarefa. Eis aqui a diferença que transcende." Albert Einstein